Matriz de decisão: níveis de risco para utilitários e macros
O uso de miras customizadas na tela e macros de mouse é vigiado de perto por sistemas antitrapaça que operam no nível do kernel (como Vanguard, EAC, BattlEye e Ricochet).
| Tipo de recurso | Funcionamento técnico | Como o anti-cheat detecta | Grau de risco e penalidade |
|---|---|---|---|
| Mira embutida no monitor | Desenhada pela placa controladora do monitor físico | Invisível ao sistema operacional e aos drivers | Totalmente seguro (Indetectável) |
| Mira em janela transparente (Crosshair V2) | Janela de sobreposição sem bordas no Windows | Não realiza injeção de DLL no jogo | Baixo a Médio (Normalmente tolerada) |
| Mira com injeção de DLL via DirectX | Modifica a cadeia de renderização gráfica do jogo | Alerta imediato por gancho de memória (hook) | Altíssimo (Banimento permanente) |
| Reatribuição simples de botões (1:1) | Vincula um botão lateral a uma única tecla | Tráfego comum de dispositivo HID | Totalmente seguro (Permitido) |
| Macro de controle de recuo / No-recoil | Simulação de movimento do cursor para compensar coice | Padrões de entrada com variância zero | Crítico (Banimento de conta e de hardware HWID) |
Como os sistemas antitrapaça detectam scripts de recuo
- Ausência de variabilidade humana: O clique humano possui oscilações naturais de tempo. Intervalos mecânicos precisos em milissegundos são classificados como comandos automatizados.
- Curva de compensação artificial: Vetores de mouse que anulam perfeitamente o recuo da arma sem microtremores são identificados por análise de comportamento.
- Inspeção de pacotes em Ring 0: Drivers de segurança interceptam comandos virtuais simulados via software.
Regra do 1:1 para evitar punições
- Cada ação mecânica física deve corresponder a apenas uma ação dentro do jogo. Automatizar sequências ou compensações de mira é considerado trapaça e resulta em banimento irreversível.